O principal tópico deste capítulo é evitar criticar o próximo, e sim fazer com que as pessoas entendam a situação com um novo olhar e sugerir uma outra abordagem.
"A crítica é fútil, porque coloca um homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se"
"Através da crítica não operamos mudanças duradouras e consequentemente ocorre ressentimento."
Um exemplo interessante é sobre um coordenador de segurança do trabalho. Ele todos os dias tinha que pedir o uso dos capacetes aos seus funcionários e tinha momentaneamente o resultado esperado, porém quando ele se afastava eles tiravam o capacete.
Um belo dia ele mudou a abordagem, perguntando se o capacete incomodava e se poderia fazer algo para torná-lo confortável, depois disse a respeito dos riscos de não usar o capacete. Conclusão, conseguiu-se maior adesão e de maneira duradoura!
Antes de criticar, lembrem-se da frase de Lincoln: "Não os critiquem; são exatamente o que nós seríamos sob idênticas condições".
Se você deseja mudar alguém, porque não começar consigo mesmo?
"Críticas violentas e as repreensões redundam sempre em futilidade."
"Um grande homem demonstra sua grandeza pelo modo como trata os pequenos", na opinião de Carlyle.
Resumindo, deve-se mudar a abordagem e deixar claro a mensagem que se deve passar, entendendo o ponto de vista do outro. Não há argumentos contra fatos concretos!
Princípio 1: Não critique, não condene, não se queixe.
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